Defensor Público-Geral defende o desenvolvimento de métodos de conciliação nos casos envolvendo o Poder Público em visita ao Procurador-Geral do Estado

Defensor Público-Geral defende o desenvolvimento de métodos de conciliação nos casos envolvendo o Poder Público em visita ao Procurador-Geral do Estado

11/12/2020 Notícias 0

O Defensor Público-Geral do Estado de Santa Catarina, Renan Soares de Souza, visitou na tarde desta sexta-feira (11 de dezembro) o Procurador-Geral do Estado, Alisson de Bom de Souza, na sede da PGE.

No encontro, que seguiu os protocolos de prevenção contra o novo coronavírus e as regras de distanciamento social, o Defensor Público-Geral fez uma apresentação das propostas e projetos da nova Administração Superior da instituição. 

Além da apresentação da nova gestão, foram tratados temas de interesse institucional, com destaque para parcerias voltadas à resolução extrajudicial e consensual dos conflitos que envolvem os cidadãos vulneráveis e o Estado.

Encontro foi realizado na sede da PGE – Fotos Felipe Reis/Ascom PGE

“A Procuradoria do Estado, assim como a Defensoria Pública, são órgãos altamente relevantes que desenvolvem, cada um a seu modo e atribuição, atos cujo último fim é o bem da coletividade, o interesse comum da sociedade. A judicialização de conflitos nem sempre é o melhor caminho, por isso o desenvolvimento de métodos como a conciliação nos casos que envolvem o Poder Público deve ser uma causa de interesse comum da Defensoria e da PGE, a partir de diálogo interinstitucional permanente”, disse Renan Soares de Souza.

“A PGE compartilha com a Defensoria Pública a visão de que o nosso papel diante da sociedade passa pela viabilização da Justiça, defendendo as causas que são de interesse de todos os catarinenses. Entendemos que ambas as instituições podem fomentar a conciliação, e demonstramos isso recentemente ao encaminhar o projeto de lei complementar que institui a Câmara de Prevenção e Resolução de Conflitos. Medidas como essa têm o poder de provocar uma mudança cultural e incentivam as pessoas a buscarem soluções amigáveis antes de judicializar uma causa”, afirmou Alisson de Bom de Souza.