Defensoria Pública se engaja na campanha do Outubro Rosa

Defensoria Pública se engaja na campanha do Outubro Rosa

05/10/2020 Notícias 0

A Defensoria Pública do Estado de Santa Catarina se engaja na campanha nacional Outubro Rosa de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. A instituição colocou no topo da home do seu site o laço que simboliza a campanha. “É fundamental o engajamento dos órgãos do serviço público e demais instituições da sociedade civil em apoio à campanha do Outubro Rosa, que vem cada vez mais dando resultados no sentido de prevenir de maneira precoce o câncer de mama, possibilitando a cura em muitos casos”, disse o Defensor Público-Geral, Renan Soares de Souza.

De acordo com estudos da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) uma em cada 12 mulheres terá um tumor nas mamas até os 90 anos de idade e, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a estimativa é de 66 mil novos casos por ano no país. Por isso os exames de prevenção são fundamentais para possibilitar o diagnóstico precoce, pois são eles que ajudam a identificar os sintomas da doença.

O autoexame das mamas deve ser realizado pela própria mulher todos os meses uma semana após a menstruação. Geralmente, o toque identifica nódulos maiores de dois centímetros de diâmetro. Além de ser importante para a prevenção, estimula a atenção ao próprio corpo e o autocuidado.

E a mamografia é o exame capaz de reconhecer tumores a partir de 1 milímetro, muito antes de ser perceptível ao toque, permitindo o tratamento precoce. Tanto a Sociedade Brasileira de Mastologia quanto a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) indicam que a mamografia seja feita anualmente a partir dos 40 anos.

O câncer de mama é um tumor maligno que se desenvolve quando um conjunto de células passa a se dividir descontroladamente. A mama está em constante transformação e, com o passar dos anos, a gordura aumenta e o tecido mamário diminui. Em algum momento durante esse processo, pode ocorrer um erro na divisão celular e iniciar o processo da doença.

Entre os fatores ambientais que podem provocar câncer de mama destacam-se a dieta inadequada, a obesidade, o sedentarismo e o consumo cada vez mais frequente de bebidas alcoólicas pelas mulheres – prática que, inclusive, foi intensificada durante a quarentena. Já mulheres que se exercitam regularmente, pelo menos três vezes por semana, têm até 30% menos risco de adquirir câncer de mama do que mulheres sedentárias. (com informações do Inca e do IG)