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As pilhas de papéis apresentadas ontem à imprensa pelo defensor público geral do Estado, Ralf Zimmer Júnior, são cobranças de honorários advogados de todas as regiões que, por ordem da Justiça, fizeram a defesa de pessoas sem condições financeiras para contratar um profissional. Como o órgão tem apenas 99 defensores em 27 cidades, esse bolo não para de crescer, uma vez que advogados credenciados acabam cumprindo o papel que caberia aos defensores públicos. De acordo com Zimmer, só em 2017 foram 5,8 mil execuções. A situação chegou a tal ponto que a reclamação por pagamento de honorários já é a segunda maior demanda na Procuradoria Geral do Estado (PGE), atrás apenas dos pedidos para tratamento de saúde. O presidente da OAB-SC, Paulo Marcondes Brincas, lembrou que a advocacia privada sempre atendeu e continuará atendendo a população carente, mas concorda que é necessário construir uma solução para o impasse. Uma reunião realizada ontem à tarde, com representantes da Defensoria, da OAB, da PGE e outras organizações envolvidas, teve o objetivo de criar uma força-tarefa para resolver questões como tabela de remuneração e fonte de recursos para o pagamento aos profissionais.

Valquíria Guimarães
Por Andréa Leonora
redacao@peloestado.com.br
26/Jan/2018

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