20181204 131624

Atento ao aumento de casos de violência doméstica contra a mulher no país, a Associação Nacional dos Defensores Públicos (ANADEP) já tem bandeira definida para defender em 2019. “ Em Defesa Delas” será o tema das ações da Instituição para o ano que vem. Essa decisão foi tomada em assembleia geral extraordinária em Belo Horizonte no final de novembro.

E em Santa Catarina, a Defensoria Pública do Estado tem atuado efetivamente nessas questões, conseguindo, por exemplo, o afastamento do ofensor do lar conjugal, proibição de contato e de aproximação, em 95% dos casos.

Como explica o defensor público Marcelo Scherer da Silva, a preocupação é fazer um atendimento humanizado.    “   Respeitando a condição de mulher vítima de violência. Tento, o tanto quanto possível, evitar questionamentos que possam significar revitimização da mulher ou colocá-la em situações constrangedoras”, observa.

Ele comenta que nesse ano, pelo menos 115 mulheres (  entre novos atendimentos e notícias de violação de medidas protetivas)  procuraram a Defensoria Pública na Capital . O defensor público reconhece que esse número é apenas uma pequena parte. “ A maioria busca a Delegacia de Polícia”, observa.

Afirma que sua principal ação é justamente prestar orientações jurídicas e, de quebra, o   requerimento de medidas protetivas de urgência. “ Entre elas, o afastamento do ofensor do lar conjugal, proibição de contato e de aproximação, as quais temos um êxito aproximado de 95%”.

Para ele, os motivos da violência são os mais variados. “ Desde causas ligadas à própria personalidade violenta do agressor (que, a seu turno, possui diversas outras causas), ciúmes ou sentimento de posse do homem sobre a mulher (a vítima como objeto e propriedade do homem), uso abusivo de álcool e outras drogas, história e cultura machista no meio social e familiar, falhas na educação formal e moral do agressor etc.”, cita.

Comenta ainda que todos esses fatores, em algum momento, provocam no ofensor a relativização de valores ínsitos à condição e à dignidade da mulher, levando-o a violar direitos básicos como a vida, a integridade física e a honra da mulher. 

Em 2017, a Justiça Catarinense acolheu cerca de 90% dos pedidos de medidas protetivas formuladas pela Defensoria Pública de SC na capital a favor das vítimas de violência doméstica. Em Florianópolis, mais de dez mulheres por mês solicitam medida protetiva junto a Defensoria Pública de Santa Catarina.

Valquiria Guimarães

Assessoria de Comunicação Defensoria Pública de Santa Catarina

Defensoria Pública de Santa Catarina busca atendimento humanizado e consegue mais de 90% de medidas protetivas na maioria dos casos de violência domestica

Atento ao aumento de casos de violência doméstica contra a mulher no país, a Associação Nacional dos Defensores Públicos (ANADEP) já tem bandeira definida para defender em 2019. “ Em Defesa Delas” será o tema das ações da Instituição para o ano que vem. Essa decisão foi tomada em assembleia geral extraordinária em Belo Horizonte no final de novembro.

E em Santa Catarina, a Defensoria Pública do Estado tem atuado efetivamente nessas questões, conseguindo, por exemplo, o afastamento do ofensor do lar conjugal, proibição de contato e de aproximação, em 95% dos casos.

Como explica o defensor público Marcelo Scherer da Silva, a preocupação é fazer um atendimento humanizado.    “   Respeitando a condição de mulher vítima de violência. Tento, o tanto quanto possível, evitar questionamentos que possam significar revitimização da mulher ou colocá-la em situações constrangedoras”, observa.

Ele comenta que nesse ano, pelo menos 115 mulheres (  entre novos atendimentos e notícias de violação de medidas protetivas)  procuraram a Defensoria Pública na Capital . O defensor público reconhece que esse número é apenas uma pequena parte. “ A maioria busca a Delegacia de Polícia”, observa.

Afirma que sua principal ação é justamente prestar orientações jurídicas e, de quebra, o   requerimento de medidas protetivas de urgência. “ Entre elas, o afastamento do ofensor do lar conjugal, proibição de contato e de aproximação, as quais temos um êxito aproximado de 95%”.

Para ele, os motivos da violência são os mais variados. “ Desde causas ligadas à própria personalidade violenta do agressor (que, a seu turno, possui diversas outras causas), ciúmes ou sentimento de posse do homem sobre a mulher (a vítima como objeto e propriedade do homem), uso abusivo de álcool e outras drogas, história e cultura machista no meio social e familiar, falhas na educação formal e moral do agressor etc.”, cita.

Comenta ainda que todos esses fatores, em algum momento, provocam no ofensor a relativização de valores ínsitos à condição e à dignidade da mulher, levando-o a violar direitos básicos como a vida, a integridade física e a honra da mulher. 

Em 2017, a Justiça Catarinense acolheu cerca de 90% dos pedidos de medidas protetivas formuladas pela Defensoria Pública de SC na capital a favor das vítimas de violência doméstica. Em Florianópolis, mais de dez mulheres por mês solicitam medida protetiva junto a Defensoria Pública de Santa Catarina.

Valquiria Guimarães

Assessoria de Comunicação Defensoria Pública de Santa Catarina

Defensoria Pública de Santa Catarina busca atendimento humanizado e consegue mais de 90% de medidas protetivas na maioria dos casos de violência domestica

Atento ao aumento de casos de violência doméstica contra a mulher no país, a Associação Nacional dos Defensores Públicos (ANADEP) já tem bandeira definida para defender em 2019. “ Em Defesa Delas” será o tema das ações da Instituição para o ano que vem. Essa decisão foi tomada em assembleia geral extraordinária em Belo Horizonte no final de novembro.

E em Santa Catarina, a Defensoria Pública do Estado tem atuado efetivamente nessas questões, conseguindo, por exemplo, o afastamento do ofensor do lar conjugal, proibição de contato e de aproximação, em 95% dos casos.

Como explica o defensor público Marcelo Scherer da Silva, a preocupação é fazer um atendimento humanizado.    “   Respeitando a condição de mulher vítima de violência. Tento, o tanto quanto possível, evitar questionamentos que possam significar revitimização da mulher ou colocá-la em situações constrangedoras”, observa.

Ele comenta que nesse ano, pelo menos 115 mulheres (  entre novos atendimentos e notícias de violação de medidas protetivas)  procuraram a Defensoria Pública na Capital . O defensor público reconhece que esse número é apenas uma pequena parte. “ A maioria busca a Delegacia de Polícia”, observa.

Afirma que sua principal ação é justamente prestar orientações jurídicas e, de quebra, o   requerimento de medidas protetivas de urgência. “ Entre elas, o afastamento do ofensor do lar conjugal, proibição de contato e de aproximação, as quais temos um êxito aproximado de 95%”.

Para ele, os motivos da violência são os mais variados. “ Desde causas ligadas à própria personalidade violenta do agressor (que, a seu turno, possui diversas outras causas), ciúmes ou sentimento de posse do homem sobre a mulher (a vítima como objeto e propriedade do homem), uso abusivo de álcool e outras drogas, história e cultura machista no meio social e familiar, falhas na educação formal e moral do agressor etc.”, cita.

Comenta ainda que todos esses fatores, em algum momento, provocam no ofensor a relativização de valores ínsitos à condição e à dignidade da mulher, levando-o a violar direitos básicos como a vida, a integridade física e a honra da mulher. 

Em 2017, a Justiça Catarinense acolheu cerca de 90% dos pedidos de medidas protetivas formuladas pela Defensoria Pública de SC na capital a favor das vítimas de violência doméstica. Em Florianópolis, mais de dez mulheres por mês solicitam medida protetiva junto a Defensoria Pública de Santa Catarina.

Valquiria Guimarães

Assessoria de Comunicação Defensoria Pública de Santa Catarina